segunda-feira, 11 de agosto de 2008
A UBT EM MAIS UM BANQUETE

O belo e a beleza têm sido objeto de estudo ao longo de toda a história da filosofia. A estética enquanto disciplina filosófica surgiu na Antiga Grécia, como uma reflexão sobre as manifestações do belo natural e o belo artístico.
O aparecimento desta reflexão sistemática é inseparável da vida cultural das cidades gregas, onde era atribuída uma enorme importância aos espaços públicos. Ao livre debate de idéias e aos poetas, arquitetos, dramaturgos, e escultores era conferido um grande reconhecimento social. Platão foi o primeiro a formular explicitamente a pergunta sobre a referência do belo e a dar sua resposta em um tom de coerência e poética. O que é o belo? O belo é identificado com o bem, com a verdade e a perfeição.
A beleza, sabemos, existe em si, separada do mundo sensível. Uma coisa é mais ou menos bela conforme a sua participação na idéia extrema de beleza. Santo Agostinho concebeu a beleza como todo harmonioso, isto é, com unidade, número, igualdade, proporção e ordem. A partir da beleza das coisas podemos chegar à beleza Suprema.
Ao longo do século XIX a arte atravessa profundas mudanças. O academismo é posto em causa; artistas como Coubert, Monet, Manet, Cézanne ou Van Gogh abrem uma ruptura com as suas normas e convenções, preparando desta maneira o terreno para a emergência da arte moderna.
Surgem então múltiplas correntes estéticas e entre as mais atuantes estão a romântica e a realista. No domínio teórico aparecem inúmeras teorias que defendem novos critérios para apreciação da arte.
A língua portuguesa nasceu cantando trovas, isso há mais de mil anos, na voz dos jograis e menestréis, que iam de cidade em cidade espalhando os seus versos. Cultivava-se a trova inicialmente no sul da França, de lá espalhando por toda a Europa, até encontrar na Espanha e, finalmente em Portugal, o seu mais fértil canteiro. Nas Cortes portuguesas a trova começava a alcançar grande esplendor. Era a poesia dos reis, como o célebre Dom Dinis.
Ao Brasil a trova chegou nas caravelas de Cabral. Facilmente, aclimatou-se, caiu no gosto do povo e até hoje perdura, ganhando a cada dia, novos adeptos.
Essa arte que encanta, e deixa um cheiro de magia espalhado por onde passa, vicia de maneira prazerosa e constante. Quem dessa água bebe, quer estar sempre sedento para mais dela beber. A TROVA é, hoje, o único gênero literário exclusivo da língua portuguesa! Muita gente confunde o trovador clássico com cantadores de viola ou poetas repentistas.
Ao falar tanto em beleza unimos nossa voz a outras e celebramos a nossa UBT. Em 11 de novembro de 1969 Santiago Vasques Filho e mais vinte e dois poetas, reuniram-se na Casa de Juvenal Galeno e oficialmente criam a UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES secção de Fortaleza-CE.
No ano de 1959, o dentista carioca Gilson de Castro cujo pseudônimo adotado é Luiz Otávio e J.G. de Araújo Jorge, com o apoio do jornal carioca “O Globo” lançaram os primeiros Jogos Florais de Nova Friburgo, ponto de partida para a consolidação do movimento literário mais amplo e bem organizado de que se tem notícia da literatura brasileira.
Os Jogos Florais foram muito populares na Idade Média. Era um torneio cultural promovido anualmente em Toulose, na França, inspirado em tradições originárias da Roma Antiga.
Por se realizar na primavera, esse torneio, que envolvia várias modalidades literárias, oferecia prêmios (troféus) em forma de flores, daí o nome “Jogos Florais”. Nos primeiros Jogos Florais de Nova Friburgo com festa de premiação realizada em maio de 1960 reuniram-se na bela cidade, vários intelectuais além dos vencedores do concurso.
Daí em diante, dezenas de outras cidades passaram a promover também o referido concurso.
Por ser um movimento literário que se caracteriza pela fraternidade, tal costume é aceito tranqüilamente. Ainda em 1960, depois de participar de um Congresso do GBT - Grêmio Brasileiro de Trovadores, em Salvador, Luiz Otávio implantou uma série de seções desta entidade no sul do Brasil.
Posteriormente, em reconhecimento pelo seu trabalho em favor da cultura, a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, através de decreto-lei, oficializou 18 de julho, dia do nascimento de Luiz Otávio, como DIA DO TROVADOR. Luiz é também Príncipe dos Trovadores Brasileiros, Magnífico Trovador e Presidente Perpétuo da União Brasileira de Trovadores, além de responsável pelo sucesso alcançado pela trova e pelos trovadores.
A União Brasileira de Trovadores tem secções e delegacias em todo o País, congregando milhares de trovadores. A trova moderna a qual também chamamos de filosófica, define-se como um poema composto de quatro versos de sete sons (setissílabos), rimando o primeiro verso com o terceiro e o segundo verso com o quarto.
Assemelha-se ao haicai, pela síntese, porém é mais acessível ao público em geral, pela musicalidade que produz e pela simplicidade que traduz.
O trovador pernambucano Adelmar Tavares a resumiu assim:
“Oh linda trova perfeita,
Que nos dá tanto prazer...
Tão fácil depois de feita
Tão difícil de fazer!”
A trova é classificada em três grupos principais: filosóficas, líricas e humorísticas. Cada gênero tem sua particularidade e cada trova concebida tem valor e um encantamento diferentes.
Trovas Líricas: Falam dos sentimentos, amor, saudade, paixão.
Trovas Filosóficas: Contêm ensinamentos, máximas, pensamentos.
Trovas Humorísticas: Como o próprio nome diz, são trovas que se propõem a fazer rir.
O símbolo da UBT que é uma Rosa, muito simboliza a beleza em nossa entidade. Por ocasião dos Jogos Florais é escolhida a Musa dos Trovadores e o critério é escolher uma moça que tenha pendores literários, especialmente para a trova e que se faça presente aos eventos da entidade e possa representá-la em outros eventos. De 1993 até os dias atuais sou detentora do título e espero poder passá-lo para outra que possa usá-lo levando adiante esse amor pela trova e o respeito aos irmãos trovadores, apaixonados eternos que são por essa arte que encanta e seduz. É também escolhida a Rosinha da UBT, uma menina que possua inclinação literária e que possa também se encantar pela trova e seja capaz de produzir bons versos. Bárbara Mayã de Alencar, a nossa Rosinha, tem se mostrado fiel seguidora deste movimento lítero-poético e produzido com tão pouca idade, trovas que nos emocionam.
Tudo isso faz com que cada vez mais a maioria dos trovadores participem com muito entusiasmo e que ao longo do tempo continuem fertilizando esse solo com suas trovas.
Estamos no ano de 2008 e esse ano a UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES secção de Fortaleza-CE completa 39 anos e estamos hoje a reverenciá-la mais uma vez, mostrando o quanto é satisfatório fazer parte dessa família, de participar dessa união, e quando aqui estamos, falamos a mesma língua. Mesmo quem não consegue fazer trova, se irmana e se contagia, vem aqui pelo simples prazer de vir e participar dessa reunião.
Durante vinte anos tivemos um grande condutor, Fernando Câncio Araújo, que não media esforços para decantar sua grande musa e amada Trova, nos conduzindo com os fios apaixonados da emoção e com a sabedoria de encantar com seu carisma. Fernando se doou de corpo, alma e coração por todos esses anos e ainda hoje vem se dedicando a UBT devotando muito carinho e amor ao confeccionar o jornal Pau D’Arco e colocar notícias dos feitos dos trovadores e da entidade. A cada dia temos a certeza dessa generosidade que ele repassou em nome de causa tão nobre que é a divulgação plena da nossa grande dama: a Trova.
Hoje, temos outro comandante, Gutemberg Liberato de Andrade, homem de conduta séria e coração generoso, que também não mede esforços para ver a nossa UBT brilhar cada vez mais. Ele que tem ao seu lado a doçura de sua primeira dama, Argentina Austregésilo de Andrade, que nos empresta esse sorriso franco e aberto, nos mostrando suas convicções e nos passando lições de fortaleza e de amor pela vida e ao próximo. Gutemberg em suas duas gestões fez muita coisa para dinamizar a UBT, escrevendo um dos livros mais perfeitos em termos de Documentário e fonte de pesquisa de uma entidade literária. O livro DOCUMENTOS tão bem escrito por ele merece de nós, todo o reconhecimento. Também criou o Estandarte da UBT e tem dado provas que sua mente é fértil e sua dedicação é primorosa no trato com esta que tem sido sua doce segunda família.
Voltando a falar em Luiz Otávio, ressaltamos aqui que além de grande trovador, campeão de centenas de Concursos de Trovas e Jogos Florais, realizados em várias cidades do país, ele era um exímio compositor, sendo dele a autoria do Hino dos Trovadores (com o qual encerramos nossas reuniões), Hino dos Jogos Florais, das Musas dos Florais e de várias outras obras musicais. A musicalidade que o Hino dos Trovadores produz é contagiante e de fácil aprendizado. Merece que seja ouvido e aqui não como música, mas como o poema lindo que foi concebido por seu autor:
“Nós os trovadores,
Somos senhores de sonhos mil
Somos donos do universo
Através de nosso verso!
E as nossas trovas,
São bem as provas desse poder
Elas têm o dom fecundo
De agradar a todo mundo!
Também somos felizes por termos por Patrono, São Francisco. Esse religioso italiano fundador da Ordem dos Franciscanos, cuja festividade é celebrada no dia 04 de outubro do calendário eclesiástico.
Nasceu Francisco em 26 de setembro de 1182, na cidade italiana de Assis, filho do próspero comerciante Pedro Bernardone e da piedosa Pica Bourlemont. Faleceu, em odores de santidade, na tarde de 03 de outubro de 1226. Dois anos depois, 16 de julho de 1228, foi solenemente elevado às honras dos altares pelo papa Gregório IX, sendo venerado como São Francisco de Assis por todo orbe cristão.
Foi poeta e trovador durante a vida inteira. Com sublime inspiração, soube contemplar toda harmonia radiante do universo. Os motivos da mocidade deram lugar aos motivos celestiais para que se tornasse o maior “trovador de Deus” que a história dos homens conheceu.
A UBT, União Brasileira de Trovadores, adotou São Francisco de Assis como legítimo Patrono dos Trovadores. A seu exemplo, vivemos, todos, unidos numa real confraria, onde reina o vigor da caridade, que consiste na compreensão exemplar, no respeito mútuo e no incentivo constante, permitindo que a inspiração trovadoresca seja sempre realidade viva na mais dinâmica escola literária de todos os tempos.
A Oração do Trovador é o Poema que freqüentemente é atribuído a São Francisco de Assis. Parece que data do início do século passado e sua autoria não se sabe ao certo ser do Santo. Encontrou-se na Normandia em 1915, escrita sobre o contrário de um cartão sagrado de São Francisco.
Desejamos, portanto que a nossa UBT possa continuar congregando ainda muito mais adeptos simpatizantes da trova, descobrindo outros muitos trovadores e que tenha como fundamento, difundir a trova e continuar pregando a União. Mais um ano de aniversário que completará em 11 de novembro e mais um ano celebrando o Dia do Trovador em 18 de julho.
Que a Oração de São Francisco, nosso Patrono nos sirva sempre de exemplo. E para encerrar esta homenagem ao Dia do Trovador peço licença a vocês, irmãos trovadores para ler esse poema que nos serve de lema.
Senhor,
Fazei-me um instrumento de Vossa paz!
Onde houver ódio, que eu leve o amor!
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão!
Onde houver discórdia, que eu leve a união!
Onde houver dúvida, que eu leve a fé!
Onde houver erro, que eu leve a verdade!
Onde houver desespero, que eu leve a esperança!
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria!
Onde houver trevas, que eu leve a luz!
Ó Mestre!
Fazei que eu procure mais,
Consolar, que ser consolado,
Compreender, que ser compreendido,
Amar, que ser amado!
Pois é dando, que se recebe,
É perdoando que se é perdoado,
E é morrendo que se vive para a vida eterna!
Muito obrigada!!!!!!!!!!
Rejane Costa Barros
Fortaleza, 05 de julho de 2008.
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sábado, 9 de agosto de 2008
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Reunião - agosto 2008 (5)
Oração de São Francisco
Senhor!
Fazei-me um instrumento de Vossa Paz!
Onde houver ódio, que eu leve o amor!
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão!
Onde houver discórdia, que eu leve a união!
Onde houver dúvida que eu leve a fé!
Onde houver erro, que eu leve a verdade!
Onde houver desespero, que eu leve a esperança!
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria!
Onde houver trevas, que eu leve a luz!
Ó Mestre!
Fazei que eu procure mais,
Consolar, que ser consolado,
Compreender, que ser compreendido,
Amar, que ser amado!
Pois é dando, que se recebe,
É perdoando que se é perdoado
E é morrendo, que se vive para a vida eterna!
Senhor!
Fazei-me um instrumento de Vossa Paz!
Onde houver ódio, que eu leve o amor!
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão!
Onde houver discórdia, que eu leve a união!
Onde houver dúvida que eu leve a fé!
Onde houver erro, que eu leve a verdade!
Onde houver desespero, que eu leve a esperança!
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria!
Onde houver trevas, que eu leve a luz!
Ó Mestre!
Fazei que eu procure mais,
Consolar, que ser consolado,
Compreender, que ser compreendido,
Amar, que ser amado!
Pois é dando, que se recebe,
É perdoando que se é perdoado
E é morrendo, que se vive para a vida eterna!
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CONCURSO INTERNO (post I ) - Abril 2008 - Tema: VITÓRIA
RESULTADO
1º Lugar
Não escrevas tua história
com sangue do opositor,
os louros desta vitória
sem sangue tem mais sabor.
Hortêncio Sales Pessoa
2º Lugar
Nesta vida de incertezas
de vitórias e derrotas,
eu sempre apago as tristezas
que surgem em minhas rotas
Argentina Austregésilo de Andrade
3º Lugar
Quem vive apenas pensando
em uma grande vitória
passa a existência sonhando
sem construir sua história.
Ana Maria do Nascimento
4º Lugar
Quem trabalha com ardor
por si só faz sua história
tendo em vista que o amor
abre as portas à vitória.
João Osvaldo Soares (Vaval)
5º Lugar
Nesta vida alucinante
de derrotas e vitórias,
vivemos a cada instante
pedaços dessas histórias.
Rejane Costa Barros
1º Lugar
Não escrevas tua história
com sangue do opositor,
os louros desta vitória
sem sangue tem mais sabor.
Hortêncio Sales Pessoa
2º Lugar
Nesta vida de incertezas
de vitórias e derrotas,
eu sempre apago as tristezas
que surgem em minhas rotas
Argentina Austregésilo de Andrade
3º Lugar
Quem vive apenas pensando
em uma grande vitória
passa a existência sonhando
sem construir sua história.
Ana Maria do Nascimento
4º Lugar
Quem trabalha com ardor
por si só faz sua história
tendo em vista que o amor
abre as portas à vitória.
João Osvaldo Soares (Vaval)
5º Lugar
Nesta vida alucinante
de derrotas e vitórias,
vivemos a cada instante
pedaços dessas histórias.
Rejane Costa Barros
CONCURSO INTERNO (post II ) - Abril 2008 - Tema: VITÓRIA
RESULTADO
6º Lugar
Lutando por causa justa
sem prejudicar ninguém
a vitória as vezes custa
mas com certeza ela vem!
Vital Arruda de Figueiredo
7º Lugar
Quero sim! Quero vitórias
mas, sem muita fantasia,
busco-as nas lutas inglórias
que temos no dia-a-dia.
Zenaide Braga Marçal
8º Lugar
De forma vil, ilusória,
o falaz aos ventos, berra,
cantando sua vitória
sem ter terminado a guerra!
Francisco José Pessoa de A. Reis
9º Lugar
Minha mais linda vitória
das batalhas que venci
foi a que fez nossa história
depois que te conheci.
José Deusdedit Rocha
10º Lugar
Vitória, se conquistada
por um intenso labor
não há mesmo, mesmo nada
de mais gostoso sabor.
Ilnah Soares
6º Lugar
Lutando por causa justa
sem prejudicar ninguém
a vitória as vezes custa
mas com certeza ela vem!
Vital Arruda de Figueiredo
7º Lugar
Quero sim! Quero vitórias
mas, sem muita fantasia,
busco-as nas lutas inglórias
que temos no dia-a-dia.
Zenaide Braga Marçal
8º Lugar
De forma vil, ilusória,
o falaz aos ventos, berra,
cantando sua vitória
sem ter terminado a guerra!
Francisco José Pessoa de A. Reis
9º Lugar
Minha mais linda vitória
das batalhas que venci
foi a que fez nossa história
depois que te conheci.
José Deusdedit Rocha
10º Lugar
Vitória, se conquistada
por um intenso labor
não há mesmo, mesmo nada
de mais gostoso sabor.
Ilnah Soares
CONCURSO INTERNO (post III ) - Abril 2008 - Tema: VITÓRIA
MENÇÕES HONROSAS
Ordem alfabética)
Minha vitória querida,
seu carinho sedutor,
me seduz por toda vida
quero sempre ter amor.
Aluísio Matias de Paula
Alcancei grande vitória
na União dos Trovadores
contando em versos, história
de corações sofredores.
Maria Augusta Ramos Ferreira
Vitória é um cadinho
nesse lutar para vencer
pois sucesso no caminho
é o que almejamos ter.
Maria Florinda dos Santos Moreira
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
Ordem alfabética)
O estádio se enche de graça;
reboam hinos de glória!
Pudera, é Maurren que passa
voando para a vitória.
José Pereira de Albuquerque
JULGADORES
Giselda Medeiros
Fernando Câncio Araújo
abril 2008
Ordem alfabética)
Minha vitória querida,
seu carinho sedutor,
me seduz por toda vida
quero sempre ter amor.
Aluísio Matias de Paula
Alcancei grande vitória
na União dos Trovadores
contando em versos, história
de corações sofredores.
Maria Augusta Ramos Ferreira
Vitória é um cadinho
nesse lutar para vencer
pois sucesso no caminho
é o que almejamos ter.
Maria Florinda dos Santos Moreira
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
Ordem alfabética)
O estádio se enche de graça;
reboam hinos de glória!
Pudera, é Maurren que passa
voando para a vitória.
José Pereira de Albuquerque
JULGADORES
Giselda Medeiros
Fernando Câncio Araújo
abril 2008
CONCURSO INTERNO (post I ) - Março 2008 - Tema: ESPLENDO(RES)
RESULTADO
1º Lugar
Esplendor tens, de tal monta,
quando passeias na praça,
que a lua se esconde, tonta,
atrás da nuvem que passa.
Francisco José Pessoa de Andrade Reis
2º Lugar
O teu sorriso inocente
reflete todo esplendor
nas águas desta nascente
do nosso rio de amor.
Hortêncio Sales Pessoa
3º Lugar
No esplendor dos verdes anos
minha alma feliz sorria;
hoje, imersa em desenganos,
tem vislumbres de alegria.
Zenaide Braga Marçal
4º Lugar
Os teus olhos cristalinos
nesta noite d’esplendor,
são dois valiosos mimos
que me dás com muito amor!
Francisco Airton Ferro Marinho
5º Lugar
Teu ofuscante sorriso
de mágico esplendor
lâmina é raio preciso
fende meu peito sem dor!
Haroldo de Paula
1º Lugar
Esplendor tens, de tal monta,
quando passeias na praça,
que a lua se esconde, tonta,
atrás da nuvem que passa.
Francisco José Pessoa de Andrade Reis
2º Lugar
O teu sorriso inocente
reflete todo esplendor
nas águas desta nascente
do nosso rio de amor.
Hortêncio Sales Pessoa
3º Lugar
No esplendor dos verdes anos
minha alma feliz sorria;
hoje, imersa em desenganos,
tem vislumbres de alegria.
Zenaide Braga Marçal
4º Lugar
Os teus olhos cristalinos
nesta noite d’esplendor,
são dois valiosos mimos
que me dás com muito amor!
Francisco Airton Ferro Marinho
5º Lugar
Teu ofuscante sorriso
de mágico esplendor
lâmina é raio preciso
fende meu peito sem dor!
Haroldo de Paula
CONCURSO INTERNO (post II ) - Março 2008 - Tema: ESPLENDO(RES)
RESULTADO
6º Lugar
O esplendor de uma amizade
merece grande atenção
pois toda afetividade
nos faz bem ao coração.
Ana Maria do Nascimento
7º Lugar
Têm esplendor as estrelas
por sua curvas cadentes;
também as mulheres pelas
suas curvas envolventes.
José Deusdedit Rocha
8º Lugar
O esplendor do teu olhar
meigo, com muita brandura,
lembra a grandeza do mar
ao mostrar tanta candura!...
Maria Argentina A. de Andrade
9º Lugar
Muito obrigado meu Deus
e Jesus Nosso Senhor
por trazer aos lábios meus
um sorriso de esplendor.
Maria Augusta Ramos Ferreira
10º Lugar
O seu sorriso faceiro
numa noite de esplendor,
tomem meu ser por inteiro
na explosão de um grande amor.
Rejane Costa Barros
6º Lugar
O esplendor de uma amizade
merece grande atenção
pois toda afetividade
nos faz bem ao coração.
Ana Maria do Nascimento
7º Lugar
Têm esplendor as estrelas
por sua curvas cadentes;
também as mulheres pelas
suas curvas envolventes.
José Deusdedit Rocha
8º Lugar
O esplendor do teu olhar
meigo, com muita brandura,
lembra a grandeza do mar
ao mostrar tanta candura!...
Maria Argentina A. de Andrade
9º Lugar
Muito obrigado meu Deus
e Jesus Nosso Senhor
por trazer aos lábios meus
um sorriso de esplendor.
Maria Augusta Ramos Ferreira
10º Lugar
O seu sorriso faceiro
numa noite de esplendor,
tomem meu ser por inteiro
na explosão de um grande amor.
Rejane Costa Barros
CONCURSO INTERNO (post III ) - Março 2008 - Tema: ESPLENDO(RES)
MENÇÕES HONROSAS
(Ordem alfabética)
Novamente o sol nasceu
com todo seu esplendor
natureza floresceu
resplandecente de cor!
Francisco Aiace Mota Filho
Teu ofuscante sorriso
de mágico esplendor
lâmina é raio preciso
fende meu peito sem dor!
Haroldo de Paula
Rosas falam-me de amor
que me desperta paixão:
Dentre as de raro esplendor
não relego a sedução!
João de Deus Pereira da Silva
No esplendor de um novo dia
com eflúvios multicores,
pra você muita harmonia
E um jardim pleno de flores.
João Osvaldo Soares (Vaval)
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
(Ordem alfabética)
O esplendor desta cidade,
com o seu mundo de atrações,
não mata em mim a saudade
da beleza dos sertões.
Fernando Câncio Araujo
Pantanal – quadro celeste,
paraíso das boiadas,
onde o céu azul se veste
do esplendor das alvoradas!
José Pereira de Albuquerque
JULGADORES
Giselda Medeiros
Fernando Cãncio Araújo
março 2008
(Ordem alfabética)
Novamente o sol nasceu
com todo seu esplendor
natureza floresceu
resplandecente de cor!
Francisco Aiace Mota Filho
Teu ofuscante sorriso
de mágico esplendor
lâmina é raio preciso
fende meu peito sem dor!
Haroldo de Paula
Rosas falam-me de amor
que me desperta paixão:
Dentre as de raro esplendor
não relego a sedução!
João de Deus Pereira da Silva
No esplendor de um novo dia
com eflúvios multicores,
pra você muita harmonia
E um jardim pleno de flores.
João Osvaldo Soares (Vaval)
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
(Ordem alfabética)
O esplendor desta cidade,
com o seu mundo de atrações,
não mata em mim a saudade
da beleza dos sertões.
Fernando Câncio Araujo
Pantanal – quadro celeste,
paraíso das boiadas,
onde o céu azul se veste
do esplendor das alvoradas!
José Pereira de Albuquerque
JULGADORES
Giselda Medeiros
Fernando Cãncio Araújo
março 2008
CONCURSO INTERNO (post III ) - Junho 2008 - Tema: INVERNO
MENÇÃO HONROSA
O nosso amado sertão,
tão sofrido e castigado,
sofre agora a maldição
de um inverno exagerado.
Ana Maria do Nascimento
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
(Ordem alfabética)
Quando o inverno a terra veste,
uma flor ao sol reluz:
é o mandacaru do agreste
que abre seus braços em cruz !
Fernando Câncio Araújo
Como era doce e fraterno
meu lindo mundo de criança;
Dele o que resta é o inverno
da minha desesperança!
José Pereira de Albuquerque
Giselda Medeiros
Fernando Câncio Araújo
JULGADORES
Giselda Medeiros
Fernando Câncio Araújo
junho 2008
O nosso amado sertão,
tão sofrido e castigado,
sofre agora a maldição
de um inverno exagerado.
Ana Maria do Nascimento
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
(Ordem alfabética)
Quando o inverno a terra veste,
uma flor ao sol reluz:
é o mandacaru do agreste
que abre seus braços em cruz !
Fernando Câncio Araújo
Como era doce e fraterno
meu lindo mundo de criança;
Dele o que resta é o inverno
da minha desesperança!
José Pereira de Albuquerque
Giselda Medeiros
Fernando Câncio Araújo
JULGADORES
Giselda Medeiros
Fernando Câncio Araújo
junho 2008
CONCURSO INTERNO (post II ) - Junho 2008 - Tema: INVERNO
RESULTADO
6º Lugar
No inverno da minha vida,
contrita, peço ao Senhor:
Sentir-me sempre aquecida
pela paz do teu amor.
Zenaide Braga Marçal
7º Lugar
Vejo as flores se espargindo
e o amor ficando mais terno
e a natureza sorrindo
com a chegada do inverno.
Vital Arruda de Figueiredo
8º Lugar
É fim de inverno e as flores,
que enfeitam nosso jardim,
exalam cheias de amores,
o teu perfume pra mim.
Jorge Pontes Lima
9º Lugar
Em noite fria de inverno
em meu peito adormeceste
jurando-me amor eterno
mas no outono me esqueceste.
Hortêncio Sales Pessoa
10º Lugar
No inverno de uma existência
onde a vida nos renova,
sinto de Deus a assistência
e a alegria se comprova.
Maria Argentina Andrade
6º Lugar
No inverno da minha vida,
contrita, peço ao Senhor:
Sentir-me sempre aquecida
pela paz do teu amor.
Zenaide Braga Marçal
7º Lugar
Vejo as flores se espargindo
e o amor ficando mais terno
e a natureza sorrindo
com a chegada do inverno.
Vital Arruda de Figueiredo
8º Lugar
É fim de inverno e as flores,
que enfeitam nosso jardim,
exalam cheias de amores,
o teu perfume pra mim.
Jorge Pontes Lima
9º Lugar
Em noite fria de inverno
em meu peito adormeceste
jurando-me amor eterno
mas no outono me esqueceste.
Hortêncio Sales Pessoa
10º Lugar
No inverno de uma existência
onde a vida nos renova,
sinto de Deus a assistência
e a alegria se comprova.
Maria Argentina Andrade
CONCURSO INTERNO (post I) - Junho 2008 - Tema: INVERNO
RESULTADO
1º Lugar
O inverno se me avizinha
e, no espelho, a contragosto,
vejo que o tempo caminha
deixando o rastro em meu rosto.
Francisco José Pessoa
2º Lugar
Não quero apenas abraços
meu amor é mais fraterno.
Vou me aquecer nos teus braços,
nas noites frias de inverno.
Maria Augusta Ramos Ferreira
3º Lugar
Se a chuva cai no sertão
deste solo nordestino,
o inverno se faz canção
e tudo mais é divino...
João Udine Vasconcelos
4º Lugar
O inverno é o pranto de Deus,
faz a alegria renascer,
o agricultor olha os seus,
louvando o que vai colher!
Rejane Costa Barros
5º Lugar
Dentre as previsões que der-nos
a Funceme ou coisa igual,
sou muito mais os invernos
das minhas pedras de sal.
José Deusdedit Rocha
1º Lugar
O inverno se me avizinha
e, no espelho, a contragosto,
vejo que o tempo caminha
deixando o rastro em meu rosto.
Francisco José Pessoa
2º Lugar
Não quero apenas abraços
meu amor é mais fraterno.
Vou me aquecer nos teus braços,
nas noites frias de inverno.
Maria Augusta Ramos Ferreira
3º Lugar
Se a chuva cai no sertão
deste solo nordestino,
o inverno se faz canção
e tudo mais é divino...
João Udine Vasconcelos
4º Lugar
O inverno é o pranto de Deus,
faz a alegria renascer,
o agricultor olha os seus,
louvando o que vai colher!
Rejane Costa Barros
5º Lugar
Dentre as previsões que der-nos
a Funceme ou coisa igual,
sou muito mais os invernos
das minhas pedras de sal.
José Deusdedit Rocha
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
ABÍLIO MARTINS
ABÍLIO MARTINS nasceu em Ipu. Formou-se em direito no Rio de Janeiro. No Governo de Justiniano de Serpa, Abílio Martins exerceu o cargo de Chefe da Polícia. Morreu fulminado por síncope cardíaca.
Antonio Sales fala assim de Abílio Martins: "Alto, corpulento, com uma enorme calva tomando-lhe todo o alto da grande cabeça, não o posso recordar sem o o sorriso que lhe era constante e parecia ser a exteriorização de seu espírito risonho, afetivo e bondoso.
Em Ipu, sua terra natal, onde constituiu família, sua popularidade era grande."
1
Mesma essência de meu ser,
Onde meu sangue fervilha,
Gosto imenso de me ver
Nos olhos de minha filha.
2
Graça de filho é bonita,
Diz todo o pai como eu:
Acho uma graça infinita
Nas graças tolas do meu.
3
Talvez que tenham contado,
Com simulado escarcéu,
Que dar-se um beijo é pecado,
Que fecha as portas do céu.
4
Mas que impostura! Desejo
Que te convenças, meu bem,
Mesmo às ocultas, um beijo
Nunca faz mal a ninguém.
5
Tantos encantos encerra
O beijo, é coisa tão boa,
Quem não dá beijo na terra,
Deus lá no céu não perdoa.
Antonio Sales fala assim de Abílio Martins: "Alto, corpulento, com uma enorme calva tomando-lhe todo o alto da grande cabeça, não o posso recordar sem o o sorriso que lhe era constante e parecia ser a exteriorização de seu espírito risonho, afetivo e bondoso.
Em Ipu, sua terra natal, onde constituiu família, sua popularidade era grande."
1
Mesma essência de meu ser,
Onde meu sangue fervilha,
Gosto imenso de me ver
Nos olhos de minha filha.
2
Graça de filho é bonita,
Diz todo o pai como eu:
Acho uma graça infinita
Nas graças tolas do meu.
3
Talvez que tenham contado,
Com simulado escarcéu,
Que dar-se um beijo é pecado,
Que fecha as portas do céu.
4
Mas que impostura! Desejo
Que te convenças, meu bem,
Mesmo às ocultas, um beijo
Nunca faz mal a ninguém.
5
Tantos encantos encerra
O beijo, é coisa tão boa,
Quem não dá beijo na terra,
Deus lá no céu não perdoa.
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ABIGAIL SAMPAIO
em construção
ABIGAIL SAMPAIO nasceu em Paracuru, sendo filha de Josué de Assis Sampaio e Luisa Sampaio.
Cursou escola Normal de Fortaleza, onde se diplomou e exerceu o magistério primário numa escola em S. Lourenço, Município de S. Gonçalo do Amarante, até que chegou o tempo de aposentar-se.
Lá, num sítio de sua propriedade e de sua família, Abigail, que é inupta, vive há muitos anos segregada do mundo social e literário. Antes, colaborou em jornais e revistas do país, do Uruguai e da Argentina.
Em 1928 publicou, de parceria com sua irmã Maria Sampaio, seu livro de estréia "Átomos e Centelhas", poesia. Veio em seguida "Luar da Pátria", edições da Tipografia Santos, Fortaleza.
1
Lenços brancos acenando
no instante da despedida
adeus nos dizem, roubando
metade da nossa vida.
2
Era um amor tão profundo
Que no dia em que partiste,
Eu chorei, chorou o mundo,
Até o céu ficou triste.
3
Deveras inconveniente
É ser a gente mulher.
Não dizer-se o que se sente,
Fingir que não quando quer.
4
Porque te quero, não sei,
Graúna minha querida,
Se és a negra mais sem lei,
que já encontrei na vida.
5
Quando tu falas comigo,
A tua fala me encanta,
Creio que tens, meu amigo,
Um rouxinol na garganta.
Referências sobre ABIGAIL SAMPAIO
Banho em defunto - Revista Jangada
http://www.jangadabrasil.com.br/novembro51/pa51110a.htm
ABIGAIL SAMPAIO nasceu em Paracuru, sendo filha de Josué de Assis Sampaio e Luisa Sampaio.
Cursou escola Normal de Fortaleza, onde se diplomou e exerceu o magistério primário numa escola em S. Lourenço, Município de S. Gonçalo do Amarante, até que chegou o tempo de aposentar-se.
Lá, num sítio de sua propriedade e de sua família, Abigail, que é inupta, vive há muitos anos segregada do mundo social e literário. Antes, colaborou em jornais e revistas do país, do Uruguai e da Argentina.
Em 1928 publicou, de parceria com sua irmã Maria Sampaio, seu livro de estréia "Átomos e Centelhas", poesia. Veio em seguida "Luar da Pátria", edições da Tipografia Santos, Fortaleza.
1
Lenços brancos acenando
no instante da despedida
adeus nos dizem, roubando
metade da nossa vida.
2
Era um amor tão profundo
Que no dia em que partiste,
Eu chorei, chorou o mundo,
Até o céu ficou triste.
3
Deveras inconveniente
É ser a gente mulher.
Não dizer-se o que se sente,
Fingir que não quando quer.
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Porque te quero, não sei,
Graúna minha querida,
Se és a negra mais sem lei,
que já encontrei na vida.
5
Quando tu falas comigo,
A tua fala me encanta,
Creio que tens, meu amigo,
Um rouxinol na garganta.
Referências sobre ABIGAIL SAMPAIO
Banho em defunto - Revista Jangada
http://www.jangadabrasil.com.br/novembro51/pa51110a.htm
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saudade
domingo, 3 de agosto de 2008
...............Sogra
Minha sogra não reclama
pelo trato que lhe dou.
Até de filho me chama
só não diz que filho eu sou!
Elton Carvalho
pelo trato que lhe dou.
Até de filho me chama
só não diz que filho eu sou!
Elton Carvalho
sábado, 2 de agosto de 2008
TROVADORES CEARENSES
EM CONSTRUÇÃO
Abigail Sampaio
Abílio Martins
Adaucto Neto
Aires de Montalbo
Alberto S. Galeno
Alcides Ferreira Rêgo
Alfredo Nunes Weyne
Aloísio Alves da Costa
Aloísio Bezerra
Álvaro Dias Martins
Amora Maciel
Andrade Furtado
Anna Frota Mendes
Antenor G. de Barros Leal
Antonio de Castro
Antônio G. da Silva
Antônio Carneiro Portela
Antônio Justa
Antônio de Oliveira Ramos
Antônio Sales
Aracy Martins
Astrogilda Moura
Augusta Campos
Augusto Linhares
Aurélio Ramos
Arimatea Filho
Artur Eduardo Benevides
Barros Alves de Mombaça
Batista Soares
Bonfim Sobrinho
Carlos Teixeira Mendes
Carlos de Sousa
Carlyle Martins
Carmelita Setubal
Carvalho Nogueira
Cego Aderaldo
Cesar Coelho
Cid Carvalho
Ciro Colares
Cláudio Martins
Abigail Sampaio
Abílio Martins
Adaucto Neto
Aires de Montalbo
Alberto S. Galeno
Alcides Ferreira Rêgo
Alfredo Nunes Weyne
Aloísio Alves da Costa
Aloísio Bezerra
Álvaro Dias Martins
Amora Maciel
Andrade Furtado
Anna Frota Mendes
Antenor G. de Barros Leal
Antonio de Castro
Antônio G. da Silva
Antônio Carneiro Portela
Antônio Justa
Antônio de Oliveira Ramos
Antônio Sales
Aracy Martins
Astrogilda Moura
Augusta Campos
Augusto Linhares
Aurélio Ramos
Arimatea Filho
Artur Eduardo Benevides
Barros Alves de Mombaça
Batista Soares
Bonfim Sobrinho
Carlos Teixeira Mendes
Carlos de Sousa
Carlyle Martins
Carmelita Setubal
Carvalho Nogueira
Cego Aderaldo
Cesar Coelho
Cid Carvalho
Ciro Colares
Cláudio Martins
História da UBT - UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES
Dr. Miguel Perrone CioneCPERP - Casa do Poeta e do Escritor de Ribeirão Preto
A trova tem a sua história ligada a UBT - UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES, entidade que congrega a quase totalidade dos trovadores ativistas. Foi fundada em 21 de agosto de 1966 no Rio de Janeiro, e instalada oficialmente em primeiro de março de 1967, em todo território nacional, tendo sede histórica e foro na cidade do Rio de Janeiro.
No entanto, o trabalho de divulgação dos trovadores brasileiros já vinha sendo realizado mesmo antes dessa época. O marco inicial do movimento poderá ser situado na publicação do livro Descantes editado por cinco estudantes do Recife, dentre os quais Ademar Tavares. Mas, só a partir de 1951, quando Luiz Otávio iniciou uma pesquisa entre os trovadores brasileiros, foi a trova ganhando terreno em jornais, livros e revistas.
Em 1956, Luiz Otávio, baseado em uma pesquisa publicou o livro Meus Irmãos os Trovadores, que obteve grande sucesso.
Hoje a UBT, através das suas seções e delegacias expandiu-se por todo território nacional.
Dados Importantes
- A UBT possui um emblema que tem por base uma rosa vermelha – símbolo do lirismo, e, quatro linhas douradas, que representam os quatro versos da trova.
- O patrono da UBT é o Santo Trovador, São Francisco de Assis, cuja oração é declamada durante os festejos.
- A UBT cultua a figura de três expoentes da trova:
Ademar Tavares – Rei dos Trovadores
Luiz Otávio – Príncipe dos Trovadores
Lilinha Fernandes – Rainha dos Trovadores
- A UBT foi considerada de Utilidade Pública através da Lei 1.783 de 3 de dezembro de 1968 (Estado da Guanabara)
- A UBT possui o seu hino – O Hino dos Trovadores, com letra e música de Luiz Otávio.
Miguel Perrone Cione, é membro da Academia Ribeirãopretana de Letras, membro fundador da Casa do Poeta e do Escritor e seu Presidente Honorário.
Trovas do Grupo Trovadoresco da Casa do Poeta e, de seus membros correspondentes:
Quando chega o meu cansaço
das lutas do dia-a-dia,
Se não ganho o teu abraço
Faço trovaterapia!...
Oefe Souza
No galho que se balança
eu vejo um pouco de mim,
na flor a minha esperança,
no espinho, mágoas sem fim.
Alméria Paiva Cione
Quando os talentos florescem,
para o amor... e para o bem...
são bênçãos dos céus que descem,
são graças de Deus que vêm.
Lourdes Aparecida Cione
Uma lágrima furtiva
Meus olhos sempre terá
Pela ausência sempre viva
De quem jamais voltará
Antônio Zanetti
Casamento é mesmo o fim
Diz ela no seu enfado
Quem suspirava por mim
Agora ronca ao meu lado
Tadeu Hagen
Amor sentimento nobre
Tem um efeito fecundo
Desperta o rico e o pobre
Para o melhor deste mundo
Sólon Borges dos Reis
A saudade é uma goteira
Que quando vem não se acalma
Pinga quase a noite inteira
Na solidão da minha alma
Miguel Cione
Maritaca tagarela
Quer ave mais Brasileira?
Fez até a roupa dela
Com as cores da bandeira
Miguel Cione
Nesta vida hostil, azeda
E desespero sem par
Rogo a Deus que nos conceda
A Coragem de sonhar
Miguel Russowsky
Pra ver o mundo de cima
Da memória não me sai,
Torre alguma se aproxima
Do cangote do meu pai
Premiada de Moacir Sacramento
Paralelos os caminhos
Da minha vida e da tua
Lado a lado mais sozinhos
Como dois lados da rua
Branca M de Oliveira
Deste amor que guardo atento
Dentro do peito secreto
É minha luz meu sustento
Meu agasalho meu teto
Elza Mora
A trova tem a sua história ligada a UBT - UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORES, entidade que congrega a quase totalidade dos trovadores ativistas. Foi fundada em 21 de agosto de 1966 no Rio de Janeiro, e instalada oficialmente em primeiro de março de 1967, em todo território nacional, tendo sede histórica e foro na cidade do Rio de Janeiro.
No entanto, o trabalho de divulgação dos trovadores brasileiros já vinha sendo realizado mesmo antes dessa época. O marco inicial do movimento poderá ser situado na publicação do livro Descantes editado por cinco estudantes do Recife, dentre os quais Ademar Tavares. Mas, só a partir de 1951, quando Luiz Otávio iniciou uma pesquisa entre os trovadores brasileiros, foi a trova ganhando terreno em jornais, livros e revistas.
Em 1956, Luiz Otávio, baseado em uma pesquisa publicou o livro Meus Irmãos os Trovadores, que obteve grande sucesso.
Hoje a UBT, através das suas seções e delegacias expandiu-se por todo território nacional.
Dados Importantes
- A UBT possui um emblema que tem por base uma rosa vermelha – símbolo do lirismo, e, quatro linhas douradas, que representam os quatro versos da trova.
- O patrono da UBT é o Santo Trovador, São Francisco de Assis, cuja oração é declamada durante os festejos.
- A UBT cultua a figura de três expoentes da trova:
Ademar Tavares – Rei dos Trovadores
Luiz Otávio – Príncipe dos Trovadores
Lilinha Fernandes – Rainha dos Trovadores
- A UBT foi considerada de Utilidade Pública através da Lei 1.783 de 3 de dezembro de 1968 (Estado da Guanabara)
- A UBT possui o seu hino – O Hino dos Trovadores, com letra e música de Luiz Otávio.
Miguel Perrone Cione, é membro da Academia Ribeirãopretana de Letras, membro fundador da Casa do Poeta e do Escritor e seu Presidente Honorário.
Trovas do Grupo Trovadoresco da Casa do Poeta e, de seus membros correspondentes:
Quando chega o meu cansaço
das lutas do dia-a-dia,
Se não ganho o teu abraço
Faço trovaterapia!...
Oefe Souza
No galho que se balança
eu vejo um pouco de mim,
na flor a minha esperança,
no espinho, mágoas sem fim.
Alméria Paiva Cione
Quando os talentos florescem,
para o amor... e para o bem...
são bênçãos dos céus que descem,
são graças de Deus que vêm.
Lourdes Aparecida Cione
Uma lágrima furtiva
Meus olhos sempre terá
Pela ausência sempre viva
De quem jamais voltará
Antônio Zanetti
Casamento é mesmo o fim
Diz ela no seu enfado
Quem suspirava por mim
Agora ronca ao meu lado
Tadeu Hagen
Amor sentimento nobre
Tem um efeito fecundo
Desperta o rico e o pobre
Para o melhor deste mundo
Sólon Borges dos Reis
A saudade é uma goteira
Que quando vem não se acalma
Pinga quase a noite inteira
Na solidão da minha alma
Miguel Cione
Maritaca tagarela
Quer ave mais Brasileira?
Fez até a roupa dela
Com as cores da bandeira
Miguel Cione
Nesta vida hostil, azeda
E desespero sem par
Rogo a Deus que nos conceda
A Coragem de sonhar
Miguel Russowsky
Pra ver o mundo de cima
Da memória não me sai,
Torre alguma se aproxima
Do cangote do meu pai
Premiada de Moacir Sacramento
Paralelos os caminhos
Da minha vida e da tua
Lado a lado mais sozinhos
Como dois lados da rua
Branca M de Oliveira
Deste amor que guardo atento
Dentro do peito secreto
É minha luz meu sustento
Meu agasalho meu teto
Elza Mora
CONCURSO INTERNO (post I) - Julho 2008 - Tema: Redoma
1º lugar
Para não ver meu amor
Vagar no mundo tristonho,
Resguardei-o com primor
Numa redoma de sonho :: Ana Maria do Nascimento
2º lugar
Em redoma colorida
a paz do mundo adormece
tão frágil desprotegida
que a humanidade lhe esquece. :: Hortêncio Sales Pessoa
3º lugar
Por sofrer tantos açoites
nos meus momentos tristonhos,
pus redoma em minhas noites
para prender-te em meus sonhos :: Francisco José Pessoa de Andrade Reis
4º lugar
Na redoma do meu sonho
tua imagem apareceu,
teu olhar era risonho
com a paz que Deus te deu. :: Argentina Austregésilo de Andrade
5º lugar
Na mente vou burilando
a redoma do meu peito
e o nosso amor transformando
num relicário perfeito :: Waldir Rodrigues
6º lugar
Lá fora o vento açoitando
A redoma do meu peito
A trova vou burilando
Num pensamento perfeito :: Vital Arruda de Figueiredo
7º lugar
Nem o sol com seu calor...
Nem os versos que componho,
tem grandeza ao nosso amor,
na redoma do meu sonho. :: Jorge Pontes Lima
JULGADORES:
Giselda Medeiros
Fernando Câncio Araújo
Para não ver meu amor
Vagar no mundo tristonho,
Resguardei-o com primor
Numa redoma de sonho :: Ana Maria do Nascimento
2º lugar
Em redoma colorida
a paz do mundo adormece
tão frágil desprotegida
que a humanidade lhe esquece. :: Hortêncio Sales Pessoa
3º lugar
Por sofrer tantos açoites
nos meus momentos tristonhos,
pus redoma em minhas noites
para prender-te em meus sonhos :: Francisco José Pessoa de Andrade Reis
4º lugar
Na redoma do meu sonho
tua imagem apareceu,
teu olhar era risonho
com a paz que Deus te deu. :: Argentina Austregésilo de Andrade
5º lugar
Na mente vou burilando
a redoma do meu peito
e o nosso amor transformando
num relicário perfeito :: Waldir Rodrigues
6º lugar
Lá fora o vento açoitando
A redoma do meu peito
A trova vou burilando
Num pensamento perfeito :: Vital Arruda de Figueiredo
7º lugar
Nem o sol com seu calor...
Nem os versos que componho,
tem grandeza ao nosso amor,
na redoma do meu sonho. :: Jorge Pontes Lima
JULGADORES:
Giselda Medeiros
Fernando Câncio Araújo
CONCURSO INTERNO (post II) - Julho 2008 - Tema: Redoma
8º lugar
É triste o mundo em que estamos
pois à vida morte soma
enquanto nos isolamos
em ilusória redoma. :: Cleilson Morais
9º lugar
Por estar preso ao teu charme
te perdôo em teus fracassos;
é que a mim basta abrigar-me
na redoma dos teus braços. :: José Deusdedit Rocha
10º lugar
Dentro da linda redoma
toda bordada em cristal,
jaz a flor e o seu aroma
do meu verso original. :: J. Udine Vasconcelos
- - - - - - - - - - -
MENÇÕES HONROSAS
Os retratos dos meus pais,
tão em redomas antigas,
São como relíquias, tais
lembram pessoas amigas. :: Aracy da Silveira cavalcante
Quis fazer-te uma redoma
para bem te proteger;
És minha eterna Madoma
ó razão do meu viver! :: Francisco Airton Ferro Marinho
Redomas eu vou fazer
do gelo, amor e cristal
só para nos proteger
do aquecimento global. :: Maria Augusta Ramos Ferreira
JULGADORES:
Giselda Medeiros
Fernando Câncio Araújo
É triste o mundo em que estamos
pois à vida morte soma
enquanto nos isolamos
em ilusória redoma. :: Cleilson Morais
9º lugar
Por estar preso ao teu charme
te perdôo em teus fracassos;
é que a mim basta abrigar-me
na redoma dos teus braços. :: José Deusdedit Rocha
10º lugar
Dentro da linda redoma
toda bordada em cristal,
jaz a flor e o seu aroma
do meu verso original. :: J. Udine Vasconcelos
- - - - - - - - - - -
MENÇÕES HONROSAS
Os retratos dos meus pais,
tão em redomas antigas,
São como relíquias, tais
lembram pessoas amigas. :: Aracy da Silveira cavalcante
Quis fazer-te uma redoma
para bem te proteger;
És minha eterna Madoma
ó razão do meu viver! :: Francisco Airton Ferro Marinho
Redomas eu vou fazer
do gelo, amor e cristal
só para nos proteger
do aquecimento global. :: Maria Augusta Ramos Ferreira
JULGADORES:
Giselda Medeiros
Fernando Câncio Araújo
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